beliscandotartaruga: Reflexões e pensamentos sobre o cotidiano.


Com Lula reeleito alguns "argumentos de bar" são levantados: "O povo brasileiro é preguiçoso!" "Devemos nos unir!" A grande questão que poderia ser colocada é: "devemos quem?" 

 

É interessante observar como os ombros são protegidos do peso da responsabilidade, talvez ao nos sentirmos inócuos e ociosos projetemos nossas debilidades e neuroses em cima da massa neutra e sem rosto. De que adianta uma infinidade de livros lidos? Guarda-se todo conhecimento adquirido para si, tendo o peito preste a explodir de vida não vivida.

 

De que adianta tanta razão, tanta verdade, tanto deus?

 

O que importa é o ocaso. 

 

Bruno.



Escrito por Editores às 21h58
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     De Descartes ao infinito...
 
     Descartes sempre sugeriu a razão como forma de viver, já freud acredita que a razão é simplesmente o fato de escolher o que já está escolhido e determinado, enfim, todos tem sua sugestão ou análise da vida, sendo o mais pretensioso possível me arrisco dar a minha opinião sobre esse negócio de vida também.
 
    Chego ao apse da minha pretensão, sugerindo e blasfemando quando não dou razão a nenhum deles, acredito que não tenha como racionalizar impulsos, sentimentos, prazeres, dores, e o prórpio amor. Se um dia tentarmos isso nos tornaremos pessoas vazias sem nenhum resquício de humanidade, pois não é só a razão que nos difere dos animais, mas também, as sensações de conhecer a praia a primeira vez, dar nosso primeiro beijo e por que não praticar maldades e travessuras que não precisam e não tenham razão nenhuma.
 
   Ao meu logos também se tornar impensável o poder do inconsciente onde ele sobrepõe o próprio consciente, onde tudo já esta escolhido e o que nós pensamos ser racionalizado e escolhido na verdade já tenha sido previamente determinado pelo nosso pior inimigo o inconsciente ou se preferirem o tal do "ID", é improvável pensar que nós não temos controle nenhum sobre ele e ele faz o nosso juizo sobre as coisas parecer uma mera ilusão, e depois através de alguns sinais mostra quem realmente dá as cartas no jogo da vida.
 
    É claro que há outros pensadores com outras visões como o banbanban Aristóteles ou mesmo Sartre dentre vários,  Talvez todos estejam certos e errados ao mesmo tempo, talvez todos tenham uma certa razão ou talvez nenhuma, os seja a vida é um grande talvez, talvez não temos como entender a vida de forma racional, pois ela mesmo não é racional, talvez quando nós a entendermos, não saberemos que chegamos ao cume do conhecimento e poderemos começar tudo de novo, talvez isso seja o tipo de conhecimento que só pertença ao deuses ou deus se preferir ( o minúsculo é de propósito ), talvez não exista vida e nós estamos perdendo nosso tempo a toa, talvez nós não passamos de um brinquedinho no joguinho de alguêm, talvez sejamos o próprio inconsciente de deus, chega de talvez, vamos viver e esperar que outro alguêm venha preencher um outro talvez.
   
Marcio Gomes Roberto


Escrito por Editores às 14h50
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Nietzsche

§341

 

            O mais pesado dos pesos. – E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: “Esta vida, assim como tu a vives e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes; e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indizivelmente pequeno e grande em tua vida há de retornar, e tudo na mesma ordem e seqüência – e do mesmo modo esta aranha e este luar entre as árvores, e do mesmo modo este instante e eu próprio. A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez – e tu com ela, poeirinha da poeira!” – Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasse assim? Ou viveste alguma vez um instante descomunal, em que lhe responderias: “Tu és um deus, e nunca ouvi nada mais divino!” Se esse pensamento adquirisse poder sobre ti, assim como tu és, ele te transformaria e talvez te triturasse; a pergunta diante de tudo e de cada coisa: “Quero isto ainda uma vez e ainda inúmeras vezes?” pesaria como o mais pesado dos pesos sobre teu agir! Ou então, como terias de ficar de bem consigo mesmo e com a vida, para não desejar nada mais do que essa última, eterna confirmação e chancela? –

 

            In: “A gaia ciência

 



Escrito por Editores às 22h31
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    Breves especulações em torno do problema do princípio ético absoluto.

    Num diálogo, publicado em carta aberta, entre o Cardeal Carlo Maria Martini  e o intelectual Humberto Eco, Martini lança uma espinhosa questão a Eco: Para o crente o princípio ético absoluto é muito claro, Deus. E dentro de uma moral laica qual seria esse princípio ético?

    Dostoiévski em "Os irmãos Karamázovi" coloca o mesmo problema da seguinte maneira: "se Deus não existisse, tudo seria permitido", ou seja, se Deus não existe, o que me impede de matar alguém, por exemplo.

    Eco dentro de uma perspectiva humanista propõe como fundamento ético possível o outro.

    Sartre joga esse peso na responsabilidade individual, e posteriormente no engajamento, sendo livre, o homem, é, portanto, responsável por suas escolhas, e, ao escolher, o homem escolhe para si e para toda a humanidade. Sartre propõe, então, uma ética de liberdade e responsabilidade.

    Nietzsche em "A gaia ciência", § 341 coloca a questão do eterno retorno, onde, através de uma construção metafórica ele coloca o seguinte problema "Quero isto ainda uma vez e ainda inúmeras vezes?" uma leitura possível é, para além da questão metafísica, entender esse aforismo pelo viés ético. Devemos fazer com que cada escolha nossa ganhe o peso, e a dignidade de se repetir eternamente.

Thiago Rodrigues



Escrito por Editores às 22h30
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IRRACIONALISMO

Acredito que a vida, repleta de crueldade, injustiça, incerteza e absurdo, não é governada por princípios racionais.*

Acredito que há somente o homem nu, vivendo em um mundo ímpio e absurdo.*

Acredito que abafar a vontade com uma intelectualização excessiva significa destruir aquela espontaneidade que ilumina a criatividade cultural e inflama o entusiasmo pela vida.*

Como ilustraçao pode-se refletir sobre algo escrito por um sociólogo, pederasta que tem como religião o Xamanismo:

Os anjos de Sodoma**
 
Eu vi os anjos de Sodoma escalando
            um monte até o céu
E suas asas destruídas pelo fogo
            abanavam o ar da tarde
Eu vi os anjos de Sodoma semeando
            prodígios para a criação não
            perder o ritmo de harpas
Eu vi os anjos de Sodoma lambendo
            as feridas dos que morreram sem
            alarde, dos suplicantes, dos suicidas
            e dos jovens mortos
Eu vi os anjos de Sodoma crescendo
            com o fogo e de suas bocas saltavam            
            medusas cegas
Eu vi os anjos de Sodoma desgrenhados e
            violentos aniquilando os mercadores,
            roubando o sono das virgens,
            criando palavras turbulentas
Eu vi os anjos de Sodoma inventando a
            loucura e o arrependimento de Deus
 

*Trechos utilizados do livro "Civilização Ocidental: uma história concisa", pág. 483/484.

**"Paranóia" (1963), Roberto Piva.

Abraços! 

                   Bruno.



Escrito por Editores às 18h56
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    Fiodor Mikhailovich (Dostoievski) à pequena Matriosha em O MESTRE DE SAO PETERSBURGO por J.M. Coetzee:

    "– Achas que ele se matou?

    – A mãe diz que ele se matou.
    – Ninguém se mata, Matriosha. Uma pessoa pode pôr a vida em perigo, mas não se pode verdadeiramente matar. É mais provável que o Pavel se tenha colocado em risco, para ver se Deus o amava o suficiente para o salvar. Fez uma pergunta a Deus: Salvar-me-ás?; e Deus deu-lhe uma resposta. Deus disse: Não. Deus disse: Morre.
    – Deus matou-o?
    – Deus disse que não. Deus podia ter dito que sim: Sim, salvar-te-ei. Mas preferiu dizer que não.
    – Porquê? – sussurra ela.
    – Ele disse a Deus: Se me amas, salva-me. Se estás aí, salva-me. Mas só houve silêncio. Depois ele disse: Eu sei que estás aí, sei que me ouvirás. Aposto a minha vida em como me salvarás. E mesmo assim Deus não disse nada. Depois ele disse: Por muito que te mantenhas calado, sei que me ouves. Vou fazer a minha aposta… agora! E fez a sua aposta. E Deus não apareceu. Deus não interveio.
    – Porquê? – sussurra ela de novo.
    Ele fez um sorriso feio, enviesado, barbudo.
    – Quem sabe? Talvez Deus não goste de ser tentado. Talvez o princípio de que não deve ser tentado seja mais importante para ele do que a vida de uma criança. Ou talvez a razão seja simplesmente que Deus não ouve lá muito bem. Deus nesta altura já deve ser muito velho, tão velho como o mundo ou até mais. Talvez seja duro de ouvido e também tenha a vista fraca, como qualquer velho."

Thiago Rodrigues



Escrito por Editores às 21h35
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   Reduplicativa.    

    Quem fez da modéstia uma virtude esperava que todos passassem a falar de si próprios como se fossem idiotas.

    O que é a modéstia senão uma humildade hipócrita, atrvés da qual um homem pede perdão por ter as qualidades e os méritos que os outros não têm?

                                                                       (Arthur Schopenhauer)

Thiago Rodrigues



Escrito por Editores às 00h03
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O PESO DA CULTURA

Não há como fugir do grupo ou sociedade, acredito que o ser humano é um animal coletivo. Até mesmo o ermitão se isola da sociedade, se retira do social, parte do social para realizar suas escolhas. Mesmo isolado estabelece uma certa comunicação com a sociedade humana, ou seja, suas escolhas são influenciadas por uma determinada cultura.

Acredito que há uma arcada cultural determinante ( o consumo por exemplo), porém, não pode-se esquecer dos diversos grupos que tentam subverter, de certa maneira, alguns valores estabelecidos pela cultura dominante. Existem as praias de nudismo, as pseudo-sociedades hippies,etc. Há também algumas "sociedades" temporárias, como por exemplo algumas issurreições anarco bombas, etc. Não há como fugir da cultura, somos grampeados à alguma cultura onde estivermos.

Acredito que a existência é absurda, que a liberdade é um peso e que ao engajar-se perde-se a liberdade, porém, já que somos responsáveis pela humanidade, é possível o não engajar-se?

BRUNO



Escrito por Editores às 20h25
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    Penso que sei algo sobre aquilo em que acredito.

 

    Acredito que somos filhos dos homens e é através dos homens que damos sentido à vida.

    Somos livres dentro de uma arcada cultural determinante, o que pode parecer paradoxal a princípio, e é, numa leitura propositadamente polemista representa este paradoxo que é o próprio homem. Fruto de uma cultura, de uma língua, de uma mãe, que pode ser solteira ou prostituta, ou até mesmo professora de filosofia... acredito que todos nós somos dotados de uma certa liberdade, mesmo queem situação”.

    Busco, portanto, uma aproximação com o tema da liberdade e contingência trabalhado por Sartre: “o que importa não é o que fizeram de nós e sim o que fazemos com o que quiseram fazer conosco”.

    Insisto ainda, na importância de chamarmos para nós a responsabilidade por aquilo que fazemos com nossas próprias vidas, é muito mais cômodo acreditar que somos determinados por seja o que for.

 

Thiago Rodrigues



Escrito por Editores às 21h58
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LUCIDEZ

 

Algumas pessoas têm a “lucidez” como companheira, e algumas levam consigo as “lentes ideológicas” da cultura de massas. Utilizam-se dos conceitos inocente tranqüilo e lúcido angustiado para separar certos indivíduos que convivem juntos em sociedade, ou seja, os que são manipulados pela ideologia dominante e os que tiram as lentes para contemplar a “verdadeira” realidade, fazendo da vida uma eterna busca pela “verdade”.

 

Não há como omitir, porém, que há a inocência dentre os dito cultos, ou aparentemente lúcidos, e que também há uma certa lucidez dentre os “inocentes”( conhecimentos místicos,instintivos talvez, por exemplo, que são adequados em ambientes determinados).  

 

A questão que quero colocar caracteriza-se pela tranqüilidade do inocente. Acredito que o lúcido não é de todo angustiado e que também o tranqüilo não é de todo inocente, porém acredito que a lucidez traz com ela um certo conforto ou tranqüilidade. Pode-se utilizar como exemplo pessoas com neuroses que necessita da lucidez para ter tranqüilidade, ou pessoas que se sentem mal em determinada sociedade (por serem diferentes talvez), e não vislumbram um caminho por serem “inocentes”.  

 

Não tenho a intenção de redefinir conceitos, pretendo apenas passar a diante uma questão que alfineta meu cérebro (isso acontece as vezes...) A inocência traz A Tranqüilidade? E a lucidez, só tem em si A Angústia?

 

Abraços atrasados,

BRUNO.    

 



Escrito por Editores às 23h50
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Sim, somos filhos de Deus com o Diabo

Somente assim podemos explicar os sentimentos que nascem juntos com o nosso corpo, como a Inveja, a Ira, o Ciúmes e tudo aquilo que enrruga a alma e a deixa fraca. Temos como expulsá-los da nossa interioridade e assim tentar viver a plenitude? Ou ele é parte da alma assim como o multiplo é parte do uno e ambos se completam?

Os Maniqueistas achavam que o corpo era a parte do homem feita pelo mal, e por isso deviamos nos desapegar de tudo que era material para conseguir a proximidade com Deus. Usando esses fundamentos o homem nos parece predisposto ao mal e as coisas materias. Basta olhar a nossa volta pra saber o que é mais valorizado. Em uma sala de aula onde o curso é Filosofia, o interesse em dar aulas e ganhar dinheiro é muito maior que a vontade de aprender a Filosofar.

O Homem tem a natureza má e contra isso tenta lutar durante toda a vida, por isso é mais comum ver o mal nas pessoas do que o bem.

Márcio Gomes Roberto

 



Escrito por Editores às 18h39
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Aniversário
                             (Álvaro de Campos)
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, 
Eu era feliz e ninguém estava morto. 
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,  
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer. 

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, 
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,  
De ser inteligente para entre a família, 
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim. 
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças. 
Quando vim a.olhar para a vida, perdera o sentido da vida. 

Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo, 
O que fui de coração e parentesco. 
O que fui de serões de meia-província, 
O que fui de amarem-me e eu ser menino, 
O que fui — ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui... 
A que distância!... 
(Nem o acho... ) 
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos! 

O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,  
Pondo grelado nas paredes... 
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas), 
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,  
É terem morrido todos, 
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio... 

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos ... 
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo! 
Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez, 
Por uma viagem metafísica e carnal, 
Com uma dualidade de eu para mim... 
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes! 

Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui... 
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos, 
O aparador com muitas coisas — doces, frutas, o resto na sombra debaixo do alçado, 
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,  
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos. . . 
  
Pára, meu coração! 
Não penses!  Deixa o pensar na cabeça!  
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!   
Hoje já não faço anos. 
Duro. 
Somam-se-me dias. 
Serei velho quando o for. 
Mais nada. 
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira! ... 

O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...

Thiago Rodrigues



Escrito por Editores às 08h39
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    O difícil ofício de pensar

 

    Muitas vezes, ingenuamente, entende-se que o homem por natureza tende ao bem, como também, é comum entender-se que o pensar é uma tendência natural do ser humano.

    O simples fato de termos dominado o fogo não significa que nós sejamos o ser pensante por excelência, fosse isso verdade não teríamos uma eleição tão medíocre como nós tivemos. Precisamos desconstruir essa idéia romântica de que por sermos dotados de razão pensamos necessariamente. Pensar, no sentido que entendo, requer esforço, requer trabalho. Pensar, nesse sentido, implica na negação de muito do que nos foi dado como verdadeiro.

    Confunde-se refletir com acumular informação. Num momento, onde, a um clique de distância se tem um universo inteiro de informação, fica a questão no ar: Estamos pensando melhor? Mesmo dentro de um curso de filosofia, como o nosso, é possível entrar em contato com os textos dos filósofos e não pensar, pura e simplesmente para acumular informação e o que é pior, muitas vezes nem isso se alcança.

    Pensar implica num exercício reflexivo.

 

Thiago Rodrigues



Escrito por Editores às 21h17
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